quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A verdade sobre “A verdade sobre os Likes”, da revista Superinteressante

No dia 24 de dezembro de 2015, a revista Superinteressante publicou uma postagem em sua página do Facebook, intitulada “Conheça a verdade sobre os Likes”.

Esta publicação gerou à fanpage da revista mais de 3.300 likes, mais de 1.300 compartilhamentos e mais de 330 comentários (grave estes números!).

Muitos acreditaram no conteúdo desta matéria. Infelizmente, muito poucos perceberam a total contradição deste resultado com o que o autor queria provar.

É indiscutível como o crescimento no uso dos recursos da rede de Mark Zuckerberg, ainda a maior plataforma de rede social do mundo, tem influenciado a forma como as empresas propagam seus produtos e serviços com o intuito de gerar novos negócios, estabelecer relacionamento e fidelizar seus consumidores.

Todavia, paralelo a este crescimento, aumenta também as tentativas dos antipatizantes do sucesso alheio em provar que algo está errado.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Onde foi parar o Marketing do Digital?

Cada vez mais o Marketing Digital se faz presente na vida dos usuários, principalmente em quem possui negócio próprio ou quer empreender. E, na mesma proporção, empresas prestadoras de serviços digitais emergem freneticamente para atender a esta demanda. Mas será que estas empresas estão realmente aptas a oferecer Marketing para o ambiente online? Ou será que estamos lidando com “profissionais” que utilizam o termo Marketing Digital como mera “força de expressão”?

Lamentavelmente, muitos negócios que contratam serviços em Marketing Digital são envolvidos por um discurso evasivo, pouco esclarecedor, porém muito intimidador, do tipo: “se sua empresa não está no Google, não existe”. Você acredita nessa premissa? Deveria! Mas não pelo discurso ameaçador e, sim, por fatos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Quanto devo investir na minha primeira campanha no Google AdWords?

Anunciar no AdWords é, basicamente, participar de um leilão.

Tentar estimar o custo do clique sem dados preliminares de campanhas em atividade pode ser um equívoco, uma vez que os anúncios acionados por palavras-chave e cada uma delas possui um índice de qualidade calculado por diversas variáveis, como: relevância do anúncio, taxa de cliques esperado, experiência do usuário com a página de destino, relevância do conteúdo da página de destino, entre outros.

Além disso, deve-se levar em consideração que o valor dos cliques varia também de acordo com as regras estabelecidas para exibição dos anúncios (posição média) e lances máximos para cada palavra. Todo este processo faz parte do trabalho de otimização.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Web Analytics: a Taxa de Rejeição assusta você?

Uma das grandes tarefas em estratégia digital está em coletar dados e analisá-las. Como ferramenta de apoio para esta função, usamos alguma plataforma para esse fim.

Uma das mais famosas no mercado (talvez a mais) é o Google Analytics. Uma ferramenta poderosa (e gratuita!!) que, integrada a outras ferramentas Google, é capaz de nos apresentar dados incríveis de acesso ao site que queremos monitorar.

Entre esses dados estão: número de acessos, percentual de novos visitantes no período, número de visualizações de página, tempo médio de permanência dos usuários no site, páginas mais visitadas, regiões que geram mais acessos, formas como o usuário acessou o site (origem), entre tantos outros categorizados de três formas: métricas, segmentos e dimensões.

Porém, ao longo da nossa jornada como analistas, percebemos que a Taxa de Rejeição é a métrica mais assustadora e, talvez, a menos compreendida por quem faz a leitura desses relatórios de acesso.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Facebook: prepare sua marca para novas experiências

Oculus Rift - Facebook: prepare sua marca para novas experiências
Esta é sua última chance. Depois, não há como voltar. Se tomar a pílula azul, a história acaba e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha, ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho.”

Este é o discurso clássico de Morpheus, no primeiro filme da trilogia The Matrix (1999), explicando a Neo que o mundo no qual vive não é o real e verdadeiro, mas um mundo virtual controlado por máquinas que induz o cérebro humano a acreditar que está nele. Quantos já não se perguntaram se de fato há a possibilidade de estarmos inseridos nesse mundo fantástico?... ou, pelo menos, tiveram a curiosidade de como seria tomar a pílula vermelha e viver uma aventura sem limites como no filme?

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O poder do #Instagram para as empresas

Pensa-se nas redes sociais como algo novo, moderno, oriundo da evolução tecnológica e da nova forma de relacionamento interpessoal. Mas a história e a antropologia nos mostram que o ser humano cria redes sociais desde o início de sua existência. Povos, tribos, famílias e grupos têm sido definidos e caracterizados por semelhanças e afinidades de comportamentos, usos, costumes, línguas e linguagens.

E a forma mais primitiva de se registrar eventos, fatos e histórias, encontram-se impressos em paredes, cavernas e blocos de pedras, onde a comunicação e tentativa de perpetuação da vida contada se dava por desenhos e pinturas, antes mesmo da existência da escrita em forma gráfica.

A evolução humana vem, ao longo do tempo, delimitando e determinando a forma como os grupos se relacionam e se comunicam. Assim, também, a evolução tecnológica estabelece novos paradigmas de relacionamento na medida em que o comportamento humano compreende que a informatização e a globalização da informação passa a se concentrar em um meio comum: a internet.

Por isso, afirmo: rede social não é novidade; rede social não é modismo; rede social é comportamento. Novidades são as plataformas digitais que têm sido criadas para suprir essa demanda exigida pela velocidade da informação e pela característica das gerações que se seguem. E das duas características fundamentais que destacamos na história da existência do ser humano (relacionamento e comunicação visual), hoje, no auge da presença das plataformas de redes sociais, nenhuma supre tão bem, de forma simples e direta, quanto o Instagram.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Facebook compra WhatsApp... precisava?

Na última quarta-feira, dia 19 de fevereiro, a maior plataforma de rede social do mundo, o Facebook, anunciou a sua maior aquisição até o momento: compra do WhatsApp por US$ 16 bilhões.

Surpresa para uns, nem tanto para outros, a manobra radical da rede social ainda divide opiniões. "Uma bomba", como é tratada a notícia pelo Olhar Digital.

Mas todo esse alarde certamente já era de se esperar pelo empresário Mark Zuckerberg, já que estaria entrando no rol das empresas que se aventuram em aquisições onde tudo pode acontecer. A aposta é alta... a expectativa também. Adquirir o WhatsApp, afinal, não passa de uma mera estratégia... cara, sim... mas nada mais do que uma estratégia.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Marketing de Relacionamento nas Redes Sociais

A mágica de qualquer relacionamento está na comunicação. Parece óbvio, mas é muito comum pessoas ou empresas não desenvolverem a reciprocidade que uma relação exige, muito menos nas Redes Sociais, onde a premissa é esta ligação, uma comunicação de duas vias, e não um monólogo.

Segundo o site Significados.com.br, temos a seguinte definição para relacionamento:
“Relacionamento significa a ligação afetiva, profissional ou de amizade entre pessoas que se unem com os mesmos objetivos e interesses. Todo tipo de relacionamento envolve convivência, comunicação e atitudes que devem ser recíprocas. Quando uma das partes não desenvolve os atributos necessários para uma boa convivência, o relacionamento se torna difícil. Um bom relacionamento se desenvolve quando há confiança, empatia, respeito e harmonia entre as pessoas envolvidas.”
Ao falarmos em Redes Sociais, estamos tratando de pessoas que buscam objetivos ou interesses em comum em algum aspecto, seja na em uma relação P2P (People to People, ou pessoa com pessoa), P2B (People to Business, ou pessoa com empresas) ou B2B (Business to Business, ou empresas com empresas).

Se já é difícil nos relacionarmos pessoalmente, como lidar com isso no meio virtual, onde as plataformas digitais de Redes Sociais têm cada vez mais encurtado a distância entre as relações? Antes de mais nada, vamos retomar um termo-chave para desenvolvermos boas práticas de relacionamento nas plataformas de Redes Sociais: reciprocidade.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O Marketing do "Fazer o Bem"

Economicamente falando, uma empresa só se mantém ativa no mercado por seus recursos financeiros, que dão a força necessária para contratação de gestores e operacionais devidamente qualificados, investimentos para realização do seu planejamento estratégico e aquisições diversas, pois até mesmo escrever exige um lápis, celular ou computador.

Esta mesma empresa tende a crescer na medida em que alcançar mais retorno financeiro, seja pela venda de seus serviços e produtos, aporte de investidores ou patrocinadores. Mas e quando esta empresa, em sua concepção jurídica, não possui fins lucrativos? Estará ela fadada ao fracasso pelo poder de aquisição que o mercado a impõe?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Marketing Digital 3D - uma percepção tridimensional

A percepção do Marketing Digital vem sendo distorcida na medida em que é colocada como serviço direto (e basicamente) de otimização de sites, links patrocinados e gestão de redes sociais. Deve-se levar em consideração que, antes de Digital, estamos falando de Marketing... e não deve ser minimizado a meros serviços operacionais para promoção de serviços ou produtos, muito menos elaboração de material a ser "viralizado" nas redes.

O Marketing Digital nada mais é do que o próprio Marketing, em sua concepção original (por mais conservador que possa parecer), desvendado e replanejado para as mídias digitais, o que não se restringe apenas à rede mundial de informações, a internet.